Por que motores novos usam óleos sintéticos?

motor Honda visto de cima 25 ago 2017
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Você já deve ter se perguntado o porquê de óleo automotivo ter tanta variação entre si, e por que teve diferenciação nos seus compostos com o passar dos anos. Antes os lubrificantes derivados de bases minerais eram únicos. Com a evolução das tecnologias, os lubrificantes sintéticos e os minerais, que se misturam a essas bases sintéticas, deram origem aos óleos semissintéticos.

Mas por que carros antigos usavam óleos minerais e os mais modernos já precisam de compostos feitos de base sintética?

Nos motores antigos, era muito comum que o funcionamento não tivesse uma compressão tão grande, ou seja, a pressão dos combustíveis que se expandia dentro do motor era menor, já que os motores tinham um tamanho maior, mais cilindros – o que dava uma potência final interessante. Com o passar do tempo, a necessidade de se economizar com combustível sem ter perda de potência, gerou motores menores, com menos cilindros, porém com ótima performance.

Essa performance só é possível graças a um aumento significativo nas taxas de compressão. Explicando de maneira mais popular, seria como se os motores antigos não aproveitassem tudo que o combustível pudesse dar, enquanto que os novos aproveitam toda a sua capacidade de geração de energia. Entretanto, tal comportamento tem um preço. Os motores atuais trabalham muito mais quentes do que os antigos, exigindo uma lubrificação mais eficiente e um arrefecimento na medida.

Vale ressaltar, sobretudo, que se esse motor (moderno) trabalhar frio, ele perde desempenho, já que o calor causa dilatação, que promove uma perfeita vedação das partes móveis, aumentando a tão falada compressão e melhorando a circulação do lubrificante.

Com os óleos minerais expostos a altas temperaturas, a sua capacidade lubrificante simplesmente perde eficiência, além de criar borras de óleo com o tempo. É simples de entender. Quando você frita batatas em um mesmo óleo de soja, por exemplo, ele escurece, engrossando e criando crostas, ou seja, vai saturando. No motor, o óleo que lubrifica, ao ser exposto ao intenso calor, resseca, criando enormes crostas que entopem passagens, emperram engrenagens e fazem a máquina quebrar.

Os compostos sintéticos têm uma capacidade muito superior de exposição ao calor, evitando que essa perda de capacidade lubrificante aconteça. Isso permite um trabalho perfeito em altíssimas temperaturas. Entretanto, esse composto sintético é bastante fino, o que em alguns modelos exige que ele se misture com base mineral. Essa mistura, no entanto, não deverá ser feita pelo proprietário no ato da troca. O óleo deve ser comprado já com essa propriedade.

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