Como andam as novidades sobre os carros elétricos no Brasil?

Submitted by Comandante on 26 de Fevereiro de 2018
26 de Fevereiro de 2018

Automóveis que não emitem gás carbônico já é uma realidade na Europa, no Japão e nos Estados Unidos. Em algumas décadas, as montadoras poderão até mesmo deixar de produzir mais carros à combustão nesses países. Por aqui, a velocidade da indústria nesse caminho é mais lenta. Ainda assim, as perspectivas para os carros elétricos no Brasil parecem animadoras.

Os modelos elétricos estão sendo bem aceitos pelas pessoas, e as montadoras, por sua vez, têm vontade de investir nesse tipo de automóvel na indústria brasileira. Junto a isso, alguns carros já possuem preços mais competitivos, as vendas cresceram em 2017 e o governo já acena para a redução dos impostos para sua produção.

Os carros elétricos em 2017

O Brasil está alguns passos atrás dos principais países do mundo no assunto. O ano de 2017 começou como o ano dos carros elétricos a preços populares. Desde o início, no entanto, sabia-se que o Brasil estaria fora desse eixo, já que as montadoras não anunciaram nada o país.

Se no início do ano os carros elétricos já eram assunto, 2017 terminou com outro marco de destaque: mais da metade dos automóveis vendidos na Noruega foram elétricos ou híbridos. Isto é, mais carros verdes do que à combustão.

Os carros elétricos no Brasil em 2017

O número de vendas no Brasil é muito menor. Para dar um exemplo, o modelo elétrico da Toyota (o Prius) vendeu 2,4 mil carros em 2017. Comparando com um veículo normal, a venda do Corolla, da mesma montadora, foi de mais de 66 mil unidades no mesmo período.

Os preços são altos para o consumo médio do brasileiro, mas ter um carro elétrico hoje em dia já não é mais coisa de outro mundo. Ainda comparando os dois modelos da Toyota, o Prius (que é híbrido) custa pouco mais do que a versão mais cara do Corolla, aproximadamente R$ 10 mil reais de diferença.

Isso está longe de ser o ideal, mas já é possível notar uma aproximação nos valores.

Rota 2030: esperança de melhoras para o setor

De acordo com alguns especialistas, o principal motivo para os carros livres da emissão de gás carbônico não terem engrenado no Brasil foi a falta de incentivo por parte do governo. A falta dessa política pode ser observada, por exemplo, nos impostos sobre produtos industrializados, o IPI.

Enquanto carros comuns são taxados em 7%, em casos como os dos modelos 1.0, veículos híbridos têm taxa de até 25%. Esse é um exemplo que impacta diretamente no preço de venda. Mas há outros fatores que podem baratear a incentivar a produção e, com isso, abaixar ainda mais o preço. No entanto, ainda não há uma política pensada para isso.

É aí que entra a Rota 2030. Trata-se de uma série de medidas para o desenvolvimento do setor automotivo. Dentre elas, pode figurar condições mais favoráveis aos elétricos. O plano é aguardado com grande entusiasmo, mas ainda não está definido.

Possível redução do IPI

Em 25 de janeiro, o Ministério da Indústria e Comércio Exterior acenou à redução do IPI para elétricos e híbridos. Essa diminuição seria dos atuais 25% para a mesma taxa dos modelos 1.0 (7%). A medida, se confirmada, certamente daria uma alavancada nas vendas para 2018. Mas ela ainda depende de aprovação.

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